Vivendo e Aprendendo

Excertos da vida

Archive for the ‘conhecimento’ Category

Livros

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Jean-Jacques Chevallier, As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos diasAqui.

Norberto Bobbio, Dicionário de política – Aqui.

Matheus Passos Silva, Origem modelos de estado de bem-estar social e estado neoliberal – Aqui.

Luís Roberto Barroso, Curso de direito constitucional contemporâneo – Aqui.

Matheus Passos Silva, Relações entre estado e democracia na teoria política contemporânea – Aqui

Norberto Bobbio, Liberalismo e democracia – Aqui.

João Ubaldo Ribeiro, Política – Quem Manda, Porque Manda, Como MandaAqui.

Celso Lafer, A reconstrução dos direitos humanos, um diálogo com o pensamento de Hannah Arendt – Aqui.

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13/03/2013 at 16:11

Qual o primeiro passo?

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Um homem resolveu visitar um ermitão que vivia perto do mosteiro de Sceta.

“Qual o primeiro passo daquele que pretende seguir o caminho espiritual?”, perguntou.

O ermitão levou-o até um poço, e pediu que olhasse seu reflexo na água. O homem obedeceu, mas o ermitão começou jogar pequenas pedras, fazendo com que a superfície se movesse.

“Não poderei ver direito o meu rosto enquanto o senhor jogar pedras”.

“Assim como é impossível ver seu rosto em águas turbulentas, também é impossível buscar Deus se a mente estiver ansiosa com a busca”, disse o monge. “Não faça perguntas, apenas siga adiante com fé. Este será sempre o primeiro e mais importante de todos os passos”.

(Original aqui.)

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25/10/2011 at 21:16

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Paciência e rapidez

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Um guerreiro da luz precisa de paciência e rapidez ao mesmo tempo. Os dois maiores erros são: agir antes da hora, ou deixar que a oportunidade passe longe.

Para evitar isto, o guerreiro trata cada situação que surge como se fosse única, e não aplica fórmulas, receitas, ou opiniões alheias. Só ele terá que responder por seus atos, e tem consciência de sua responsabilidade.

O califa Moauiyat perguntou a Omr Ben Al-Aas qual era o segredo de sua grande habilidade política:

“Nunca me meti em assunto sem ter estudado previamente a retirada; por outro lado, nunca entrei e quis logo sair correndo”, foi a resposta.

(Original aqui.)

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16/10/2011 at 22:06

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Minha cidade

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Memorial JK

Memorial JK

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17/08/2011 at 00:01

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A doença chamada homem

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Esta frase é de F. Nietzsche e quer dizer: o ser humano é um ser paradoxal, são e doente: nele vivem o santo e o assassino. Bioantropólogos, cosmólogos e outros afirmam: o ser humano é, ao mesmo tempo, sapiente e demente, anjo e demônio, dia-bólico e sim-bólico.

Freud dirá que nele vigoram dois instintos básicos: um de vida que ama e enriquece a vida e outro de morte que busca a destruição e deseja matar. Importa enfatizar: nele coexistem simultaneamente as duas forças.

Por isso, nossa existência não é simples mas complexa e dramática. Ora predomina a vontade de viver e então tudo irradia e cresce. Noutro momento, ganha a partida a vontade de matar e então irrompem violências e crimes como aquele que ocorreu recentemente.

Podemos superar esta dilaceração no humano? Foi a pergunta que A. Einstein colocou numa carta de 30 de julho de 1932 a S. Freud: “Existe a possibilidade de dirigir a evolução psíquica a ponto de tornar os seres humanos mais capazes de resistir à psicose do ódio e da destruição”?

Freud respondeu realisticamente: “Não existe esperança de suprimir de modo direto a agressividade humana. O que podemos é percorrer vias indiretas, reforçando o princípio de vida (Eros) contra o princípio de morte (Tanatos). E termina com uma frase resignada: “esfaimados pensamos no moinho que tão lentamente mói que poderemos morrer de fome antes de receber a farinha”. Será este o nosso destino?

Por que escrevo isso tudo? É em razão do tresloucado que no dia 5 abril numa escola de um bairro do Rio de Janeiro matou à bala 12 inocentes estudantes entre 13-15 anos e deixou 12 feridos.

Já se fizeram um sem número de análises, foram sugeridas inúmeras medidas como a da restrição da venda de armas, de montar esquemas de segurança policial em cada escola e outras. Tudo isso tem seu sentido. Mas não se vai ao fundo da questão.

A dimensão assassina, sejamos concretos e humildes, habita em cada um de nós. Temos instintos de agredir e de matar. É da condição humana, pouco importam as interpretações que lhe dermos. A sublimação e a negação desta anti-realidade não nos ajuda. Importa assumi-la e buscar formas de mantê-la sob controle e impedir que inunde a consciência, recalque o instinto de vida e assuma as rédeas da situação.

Freud bem sugeria: tudo o que faz criar laços emotivos entre os seres humanos, tudo o que civiliza, toda a educação, toda arte e toda competição pelo melhor, trabalha contra a agressão e a morte.

O crime perpetrado na escola é horripilante. Nós cristãos conhecemos a matança dos inocentes ordenada por Herodes. De medo que Jesus, recém-nascido, mais tarde iria lhe arrebatar o poder, mandou matar todas as crianças nas redondezas de Belém. E os textos sagrados trazem expressões das mais comovedoras: “Em Ramá se ouviu uma voz, muito choro e gemido: é Raquel que chora os filhos e não quer ser consolada porque os perdeu”(Mt 2,18).

Algo parecido ocorreu com os familiares das vítimas.

Esse fato criminoso não está isolado de nossa sociedade. Esta não tem violência. Pior. Está montada sobre estruturas permanentes de violência. Aqui mais valem os privilégios que os direitos.

Marcio Pochmann em seu Atlas Social do Brasil nos traz dados estarrecedores: 1% da população (cerca de 5 mil famílias) controlam 48% do PIB e 1% dos grandes proprietários detém 46% de todas as terras. Pode-se construir uma sociedade de paz sobre semelhante violência social?

Estes são aqueles que abominam falar de reforma agrária e de modificações no Código Florestal. Mais valem seus privilégios que os direitos da vida.

O fato é que em pessoas perturbadas psicologicamente, a dimensão de morte, por mil razões subjacentes, pode aflorar e dominar a personalidade. Não perde a razão. Usa-a a serviço de uma emoção distorcida. O fato mais trágico, estudado minuciosamente por Erich Fromm (Anatomia da destrutividade humana, 1975) foi o de Adolf Hitler.

Desde jovem foi tomado pelo instinto de morte. No final da guerra, ao constatar a derrota, pede ao povo que destrua tudo, envenene as águas, queime os solos, liquide os animais, derrube os monumentos, se mate como raça e destrua o mundo. Efetivamente ele se matou e a todos os seus seguidores próximos. Era o império do princípio de morte.

Cabe a Deus julgar a subjetividade do assassino da escola de estudantes. A nós cabe condenar o que é objetivo, o crime de gravíssima perversidade e saber localizá-lo no âmbito da condição humana. E usar todas as estratégias positivas para enfrentar o Trabalho do Negativo e compreender os mecanismos que nos podem subjugar.

Não conheço outra estratégia melhor que buscar uma sociedade justa, na qual o direito, o respeito, a cooperação e a educação e saúde para todos sejam garantidos.

E o método nos foi apontado por Francisco de Assis em sua famosa oração: levar amor onde reinar o ódio, o perdão onde houver ofensa, a esperança onde grassar o desespero e a luz onde dominar as trevas. A vida cura a vida e o amor supera em nós o ódio que mata.

Leonardo Boff  – Teólogo/Filósofo

(Original aqui.)

Written by Prof. Matheus Passos

18/04/2011 at 13:22

Há 50 anos, homem chegava ao espaço pela primeira vez

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Durante 108 minutos, Yuri Gagarin deu uma volta na Terra e retornou.Cápsula Vostok 1 tinha apenas 2,3 m de diâmetro.

Na manhã de 12 de abril de 1961, o soviético Alekseyevich fez um café-da-manhã inédito. Flutuando a 327 km acima da superfície terrestre, o homem de apenas 27 anos comeu e bebeu dentro de uma bola de apenas 2,3 m. Ficou conhecido para a posteridade como Yuri Gagarin e seu desjejum matinal foi apenas um feito dentro de outro maior: o primeiro voo de um humano no espaço.

Foi a segunda refeição do dia para o piloto da força aérea da extinta URSS. Horas antes, na companhia do seu substituto imediato German Titov, o cosmonauta já havia recebido “comida do espaço” para se acostumar à rotina durante a missão.

Gagarin foi o escolhido entre mais de 3,5 mil aspirantes à missão, após intensos testes de resistência física e psicológica. Somente seis homens foram selecionados como possíveis candidatos à primeira aventura do homem no espaço. A decisão sobre quem iria estar a bordo da nave redonda Vostok 1 foi comunicada ao grupo apenas quatro dias antes da missão.

À época, a extinta União Soviética e os Estados Unidos travavam uma batalha silenciosa para saber qual nação levaria o primeiro ser humano à Lua. Os norte-americanos venceram a disputa em 1969, com o “pisão” inaugural de Neil Armstrong no satélite natural da Terra, mas nos oito anos anteriores, os soviéticos sempre estiveram à frente – inclusive no lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputnik, em 1957.

Os Estados Unidos só levariam o primeiro homem ao espaço alguns meses mais tarde, durante a viagem de Alan Shepard no voo da Freedom 7, em 5 de maio de 1961. Porém somente em 7 de fevereiro de 1962, durante a missão Friendship, com John Glenn, o país teve seu primeiro astronauta completando uma volta inteira ao redor do planeta. Ambos os feitos fizeram parte do Projeto Mercury, da agência espacial norte-americana (Nasa).

‘Poyekhali’

O voo de Gagarin começou às 09h07 no horário de Moscou, com o lançamento da cápsula Vostok 1 com o foguete R-7. Antes de decolar, o cosmonauta gritou “Poyekhali!” (“Vamos!”, em russo).

A nave partiu das instalações do então secreto Cosmódromo de Baikonur, conhecido à época também como Tyuratam, localizado atualmente nas estepes do Cazaquistão – uma das ex-repúblicas soviéticas.

Onze minutos após a decolagem, o combustível do foguete acabou, a cápsula redonda Vostok foi liberada e a humanidade entrava em órbita pela primeira vez.

Para girar ao redor do planeta, a Vostok precisou alcançar uma velocidade média de 28 mil km/h. Gagarin não chegou a controlar a nave, ainda que os controles para uma operação manual da Vostok 1 estivessem disponíveis ao piloto soviético.

Durante os 108 minutos de duração da missão, Gagarin deu uma volta inteira em torno da Terra. Os relatos do cosmonauta narram a sensação de estar sob o efeito de uma gravidade menor, além de uma preocupação constante sobre os dados do voo – ao solicitá-los à equipe responsável na Terra.

O cosmonauta retornou ao solo terrestre às 10h55 em uma área de plantação em Smelovka, na província de Saratov, a 300 km de onde deveria ter pousado. De volta ao planeta, Gagarin recebeu seu terceiro café-da-manhã naquele dia: leite e pão de Anna Takhtarova, uma avó espantada com a figura de um homem vestido em trajes laranjas e com um capacete, vindo do espaço.

Legado

Gagarin virou um herói soviético após retornar ao planeta que ele reconheceu como “azul”. Foi poupado de outras missões pelo medo de um acidente encerrar a vida de um dos principais ícones soviéticos durante a Guerra Fria.

Ironicamente, o temor se justificou em 28 de maio de 1968, quando em um acidente ainda envolto em mistério, Gagarin morreu durante testes em um avião MiG.

Após a tragédia, uma cratera na Lua e um asteroide foram nomeados em homenagem ao cosmonauta.

Depois de Gagarin, mais de 400 pessoas – de 30 países diferentes – já estiveram no espaço. A maior distância já percorrida por humanos foi pouco maior que 400 mil quilômetros, durante a quase fatal missão Apollo 13, da Nasa.

(Original aqui.)

Written by Prof. Matheus Passos

12/04/2011 at 08:53

Relatório Parcial

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Matheus Passos Silva
Seu Maior Talento: Aprendiz

Este Talento adora aprender. Quase todos os assuntos o interessam. O que mais lhe agrada neste processo é conhecer o novo em profundidade. É emocionante cada descoberta feita não importa o resultado final nem o que vai fazer com ele. Sua energização vai crescendo na medida em que trilha o caminho que o conduz da ignorância à competência. Sua curiosidade o leva a engajar-se nos mais variados tipos de aprendizados que para outros não fazem o menor sentido. Da arte ao técnico tudo o fascina. Esta postura de aprendiz coloca leveza na sua vida porque tira a exigência da perfeição para quem está em processo. Necessariamente ele não precisa se tornar um profissional no assunto nem tão pouco é a titularidade que o motiva. É esta excitação que torna mais significante o próprio processo do aprendizado que lhe faz dedicar-se até chegar na reta final cheio de prazer.

Written by Prof. Matheus Passos

06/02/2011 at 13:31

Publicado em conhecimento

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